Seja bem-vindo a este blog!


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Criado com o intuito de partilhar momentos de criatividade, numa vertente poético-fotográfica, este espaço é aberto a todos os visitantes interessados no resultado que a metamorfose das emoções possibilita.

Atrevo-me, pois, a pendurar nas "paredes" desta minha "sala de visitas", o que constitui o acervo da minha galeria de lembranças.

Obrigado pela sua visita!

Agnaldo Lima


quinta-feira, 31 de maio de 2012

XV - colorir a alma





fotografia © agnaldo lima


colorir a alma

e, depois, descançar no sétimo dia
texto © agnaldo lima





quarta-feira, 30 de maio de 2012

XIV - colorir a alma






fotografia © agnaldo lima


colorir a alma


sim, oferecer à minha alma, o seu próprio da vinci,

o seu próprio michel ângelo, o seu próprio deus
texto © agnaldo lima






terça-feira, 29 de maio de 2012

XIII - colorir a alma






fotografia © agnaldo lima



colorir a alma

 
sim, colorir a minha alma,
esculpi-la na forja dos raios da manhã,
e reedificá-la no ponto zero, onde o universo começa

texto © agnaldo lima




segunda-feira, 28 de maio de 2012

XII - colorir a alma






fotografia © agnaldo lima

 
colorir a alma

decidi, então, pintar a minha alma
texto © agnaldo lima






domingo, 27 de maio de 2012

XI - colorir a alma






fotografia © agnaldo lima



colorir a alma


ser eu mesmo o seu próprio pintor,
o seu próprio escultor,
o seu próprio arquitecto!...
texto © agnaldo lima





sábado, 26 de maio de 2012

X - colorir a alma





fotografia © agnaldo lima


colorir a alma


num desses dias, desejei tanto um pouco de cor na minha alma!...

texto © agnaldo lima




sexta-feira, 25 de maio de 2012

IX - colorir a alma








fotografia © agnaldo lima




colorir a alma


eles eram tão monótonos, tão pesados, tão vazios!...


texto © agnaldo lima





quinta-feira, 24 de maio de 2012

VIII - colorir a alma





fotografia © agnaldo lima



colorir a alma


eles eram tão monótonos, tão pesados, tão vazios!...

texto © agnaldo lima







quarta-feira, 23 de maio de 2012

VII - colorir a alma






fotografia © agnaldo lima


 
colorir a alma




de qual vulcânica cortina entreaberta escapavam
e atrás de qual ferruginosa cortina se escondiam?...

texto © agnaldo lima




terça-feira, 22 de maio de 2012

VI - colorir a alma






fotografia © agnaldo lima



colorir a alma


de onde vinham, para onde iam?...

texto © agnaldo lima



segunda-feira, 21 de maio de 2012

V - colorir a alma






fotografia © agnaldo lima


colorir a alma



quem eram aqueles renegados filhos do tempo,
cuja textura pegajosa e poeirenta
colava-se à minha alma como tatuagem?...

texto © agnaldo lima






sábado, 19 de maio de 2012

IV - colorir a alma






fotografia © agnaldo lima


colorir a alma

 
sentia-os como fantasmas corrosivos
a queimarem a minha alma com os seus passos demoníacos,
passos que somente os relógios registavam
texto © agnaldo lima





 

sexta-feira, 18 de maio de 2012

III - colorir a alma






fotografia © agnaldo lima


colorir a alma


tentava tocá-los, mas as minhas mãos cobriam-se
com o pó que os minutos dissolvidos fabricavam
texto © agnaldo lima




quinta-feira, 17 de maio de 2012

II - colorir a alma






fotografia © agnaldo lima


colorir a alma


os dias eram cinzentos e pesados como o chumbo
 
texto © agnaldo lima




quarta-feira, 16 de maio de 2012

I - colorir a alma






colorir a alma

 by

agnaldo lima


fotografia © agnaldo lima



romper a casca,  morder o vento,  sugar da pedra o mel e lamber da terra o sal;

sujar as mãos com o limo, chapinhar na chuva, cantar aos quatro cantos os sons da primavera. 

acender a luz, ouvir os rebentos, vestir-se de cores e beber da noite o frescor do orvalho. 

ver nascer estrelas, lambuzar  a cara e sair à rua; 

derramar loucuras, risos e abraços e retomar compasso depois da noite nua.

ver nascer o sol e esquecer cansaços, de noites mal dormidas, onde a sua  vida nutre-se  de sombras.

recuperar o brilho que lhe avive os olhos, soprar o pó e o lixo;

deixar que a sua alma seja vagabunda.
texto © agnaldo lima




terça-feira, 15 de maio de 2012

XXV - um olhar estrangeiro sobre lisboa







fotografia © agnaldo lima



Caros Seguidores do blog 




Mostrar Lisboa, através de um blog e dar uma resposta diária à actualização do mesmo, é uma tarefa árdua, visto a cidade ser um ser vivo e em constante transformação. 

Em cada praça, rua, esquina desta belíssima cidade, edificada sobre sete colinas e banhada por um rio Tejo exuberante, surgem intermináveis detalhes, todos dignos da pena de um poeta, do pincel de um pintor, da câmara de um fotógrafo. 

Mas para isso é preciso tempo; tempo para observá-la, tempo para senti-la, tempo para amá-la e tempo para saber colher desse riquíssimo manancial histórico, arquitectónico e humano, tudo aquilo que se proponha mostrar.

Por isso, assim como o visitante que vem à Lisboa, e parte, levando na alma um sabor salgado de saudade, termino este projecto, levando no coração o sentimento de haver deixado muito ainda por mostrar.

Agradeço a todos os que tiveram a amabilidade de seguir os meus passos por esta Lisboa mágica, por esta cidade que me acolhe, sem nada pedir em troca, gesto bem próprio da hospitalidade desta terra.

Vinde, pois, vê-la de perto, sentir-lhe os cheiros e sabores e deixar que a sua luz única toque a vossa pele numa carícia própria da timidez lusitana, penetre a vossa alma e aqueça o vosso coração. 

Porque o povo português é assim: tímido, porém sincero e profundo na sua forma de amar. 

Enquanto isso não aconteça, conto com a fidelidade da vossa visita, com os vossos comentários e com a divulgação deste blog que só existe porque vós o alimentais com a força da vossa presença. 

E, é por contar com ela, que cá estarei, amanhã, com um novo projecto. 

Espero poder ser, sempre, alvo da vossa agradável visita.

Obrigado a todos e os meus melhores cumprimentos,


Agnaldo Lima





segunda-feira, 14 de maio de 2012

XXIV - um olhar estrangeiro sobre lisboa










 fotografia © agnaldo lima


Vista panorâmica da cidade, à partir do Miradouro da Graça






domingo, 13 de maio de 2012

sexta-feira, 11 de maio de 2012

XXII - um olhar estrangeiro sobre lisboa






 fotografia © agnaldo lima


Torres da Basílica da Estrela, vistas da Praça do Príncipe Real




quinta-feira, 10 de maio de 2012

quarta-feira, 9 de maio de 2012

XX - um olhar estrangeiro sobre lisboa






detalhes da cidade de  lisboa

 fotografia © agnaldo lima

Elevador de Santa Justa e vista sobre a Rua do Carmo




terça-feira, 8 de maio de 2012

segunda-feira, 7 de maio de 2012

XVIII - um olhar estrangeiro sobre lisboa




detalhes da cidade de lisboa

fonte no rossio

porta de entrada do convento do carmo

ruínas do convento do carmo

rio tejo e ponte 25 de abril

 fotografia © agnaldo lima







domingo, 6 de maio de 2012

XVII - um olhar estrangeiro sobre lisboa









fotografia © agnaldo lima

Mítico Eléctrico 28
(faz a ligação entre os bairros da Graça e da Estrela 
(muito utilizado por turistas)




sábado, 5 de maio de 2012

XVI - um olhar estrangeiro sobre lisboa







fotografia © agnaldo lima
Igreja e Miradouro de Santa Luzia;
(ao fundo e à esquerda)
estuário do rio Tejo.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

XV - um olhar estrangeiro sobre lisboa







fotografia © agnaldo lima
Museu da Electricidade (em Belém), Rio Tejo, Ponte 25 de Abril,
Santuário do Cristo Rei (em Almada),
vistos de Belém




quinta-feira, 3 de maio de 2012

XIV - um olhar estrangeiro sobre lisboa







fotografia © agnaldo lima
Praça do Comércio ou Terreiro do Paço 
(uma das maiores e mais belas praças do mundo, com 36.000 m2)
(ao centro) 
Estátua equestre de D. José I;
(ao fundo e à esquerda) 
Arco Triunfal da Rua Augusta;
 (mais ao fundo e à direita)
Castelo de São Jorge,
vistos do Cais das Colunas

fotografia © agnaldo lima
Estátua equestre de D. José I

 fotografia © agnaldo lima
Arco Triunfal da Rua Augusta

fotografia © analdo lima
Ala Este da praça e Estátua equestre de D. José I

fotografia © agnaldo lima
Cais das Colunas à beira do rio Tejo
(a esquerda)
Colunas que dão nome ao cais;
(ao fundo e ao centro) 
Santuário Nacional do Cristo Rei, em Almada
(ao fundo e à direita) 
Ponte 25 de Abril, sobre o rio Tejo
vistos da Praça do Comércio, ou Terreiro do Paço